O Brasil chegou a um ponto perigoso quando professores, diretores e escolas públicas começam a ser intimidados por cumprir a lei. Não estamos falando de opinião religiosa, de preferência pessoal, de gosto ou desgosto por religiões de matriz africana. Estamos falando de educação, de história, de cultura, de currículo obrigatório e de respeito à legislação brasileira.
Caso ocorrido em escola pública do Varjão reacende debate sobre racismo religioso, respeito à diversidade e papel da educação na promoção da cidadania.
A regularização dos terreiros não enfraquece a espiritualidade. Ela fortalece a proteção jurídica, garante direitos e ajuda a preservar o sagrado para as futuras gerações. Todos os dias, em algum lugar do Brasil, terreiros de Umbanda e Candomblé enfrentam denúncias, fiscalizações inesperadas e questionamentos sobre suas atividades religiosas.