Vamos falar de uma escolha que muita gente faz em silêncio, mas que pode custar caro depois: escolher uma federação, associação ou instituição de apoio apenas pelo preço.
É comum ouvir:
Tem assunto que incomoda porque obriga a gente a olhar para dentro. Talvez por isso muita gente prefira falar apenas do inimigo que vem de fora.
Quando alguém invade um terreiro, persegue uma casa, tenta calar o atabaque, ofende uma liderança ou usa a internet para atacar Umbanda, Candomblé, Jurema e outras tradições de matriz africana, a comunidade reage. E precisa reagir mesmo. Racismo religioso é crime, intolerância religiosa é violência, e ninguém deve aceitar calado a
Toda vez que um terreiro é atacado, a comunidade se revolta. Quando um instrumento sagrado é apreendido, uma casa é invadida, uma criança é agredida, um sacerdote é ofendido ou uma religião de matriz africana é atacada publicamente, a indignação aparece.
Vêm as notas de repúdio.
Vêm os vídeos.
Vêm as lives.
Vêm os comentários revoltados.
Vêm os compartilhamentos.